RJ: Estado é o segundo melhor no desenvolvimento rural da região Sudeste

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Rio de Janeiro/RJ – O Rio de Janeiro é o segundo estado da Região Sudeste com melhor Índice de Desenvolvimento Rural (IDR), alcançando 0,59, atrás apenas de São Paulo, com índice de 0,69 e líder nacional. O Espírito Santo ficou com 0,57 e Minas Gerais com 0,55.

A boa notícia chegou com a divulgação de estudo inédito, recentemente concluído pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre /FGV). O trabalho, que analisou 5.489 municípios a partir do cruzamento de dados do Censo Agropecuário do Censo Demográfico do IBGE revelou ainda que nacionalmente o Rio ocupa a oitava posição, à frente de estados tradicionais na atividade como Tocantins, Rondonia e Bahia, entre outros.

Na avaliação do secretário estadual de Agricultura, Christino Áureo, os dados refletem alguns avanços importantes ao longo dos últimos anos, apoiados em políticas públicas voltadas para o setor.

– Na questão da infraestrutura rural, especialmente, avançamos muito com o programa Estradas da produção, que hoje chega a atender metade da malha de estradas sem pavimentação no Estado. Proporcionamos não só melhor escoamento da produção, mas também o incremento na satisfação da população que teve mais acesso aos serviços de educação e saúde. É a mobilidade rural como avanço importante – ressaltou.

No campo ambiental, outro fator levado em consideração para o cálculo do IDR, a harmonização do meio ambiente com a produção também foi destaque. O Rio de Janeiro tem hoje um dos menores percentuais brasileiros de desmatamento.

– Temos indicadores de recuperação ambiental no Rio Rural, nosso programa para o desenvolvimento sustentável e que é referência no país e no exterior. Contamos ainda com a implantação do ICMS verde, benefício que pode ser aprimorado para que os recursos cheguem efetivamente ao produtor – acrescentou.

A reorganização das cadeias produtivas vocacionais no estado é para Christino Áureo outro elemento fundamental para o avanço dos índices fluminenses. Na Região Serrana, por exemplo, a maior expressão é a produção do complexo horti e a floricultura. Já a fruticultura, desenvolvida em várias regiões e com diversos segmentos, é uma atividade em franca expansão.

Na cadeia de produção animal as ações promoveram, num primeiro momento, a reestruturação do setor de lácteos e agora se voltam para a produção de carne bovina.

– A exuberância de um mercado de 16 milhões de consumidores e que recebe uma massa de turistas, independente dos grandes eventos, é um estímulo para a produção de qualidade. Tenho certeza de que com a atualização desse índice ao final dessa década, o estado terá sua posição elevada no ranking. Temos tudo para figurar nas cinco primeiras posições nacionais. Se por limitações territoriais não podemos figurar entre os maiores, que estejamos entre os melhores – conclui o secretário.

Fonte: Governo do Rio de Janeiro

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