DF: metodologia participativa ensina produtores a avaliar a saúde do solo

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Quando se trata de metodologia participativa, a observação é um fator essencial para se obter sucesso na avaliação da saúde do solo. Com indicadores precisos e práticos, o próprio agricultor pode compreender as características do solo para, então, pensar em estratégias para melhorar sua qualidade. Continuar lendo

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Dilma anuncia prorrogação de programas contra a seca

Segundo a presidente, obras como as da transposição do Rio São Francisco preparam o semiárido para enfrentar em melhores condições as próximas estiagens

Pagamento do Bolsa Estiagem e Garantia Safra será feito a 1,5 milhão de famílias por mais dois meses

A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta segunda-feira (5/11) a prorrogação, por mais dois meses, do pagamento dos programas Bolsa Estiagem e Garantia Safra a 1,5 milhão de famílias atingidas pela seca no semiárido nordestino e no norte do Estado de Minas Gerais. Continuar lendo

Defensivo agrícola utilizado como chumbinho é retirado do mercado brasileiro

Temik 150, produto à base de aldicarb, era utilizado nas plantações de batata, café, citros e cana de açúcar

Produto da Bayer destinado às lavouras era utilizado ilegalmente como veneno de ratos

O aldicarbe, defensivo agrícola utilizado de forma irregular como raticida doméstico (chumbinho), foi banido do mercado brasileiro, informou nesta segunda-feira (5/11) a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Continuar lendo

Uma solução para desburocratização do georreferenciamento em 30 dias

Divulgação/CNA

A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, reuniu-se nesta quinta-feira (01/11), em Brasília, com o presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Carlos Guedes, para tratar do impasse envolvendo o georreferenciamento de propriedades rurais. Continuar lendo

Pela terceira vez, Emater-MG é eleita a melhor empresa de desenvolvimento agropecuário do país

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O governador em exercício Alberto Pinto Coelho, o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Elmiro Nascimento, e o presidente da Emater-MG, Marcelo Lana, participaram, na noite desta quarta-feira (10), em São Paulo, da oitava edição do Prêmio Melhores do Agronegócio, promovido pela revista Globo Rural, da Editora Globo. Pela terceira vez, a segunda consecutiva, a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG) foi eleita a melhor empresa na categoria Desenvolvimento Agropecuário. A empresa mineira já venceu na categoria em 2006 e 2011.

“A Emater é um patrimônio não só de Minas Gerais, mas um patrimônio brasileiro, pela excelência do seu trabalho na extensão rural. É um prêmio, um reconhecimento, que nos enche de alegria e que também estimula o desenvolvimento da agropecuária. Mais do que uma vocação nacional, trata-se de um segmento empregador importante e que gera divisas para Minas e todo o país”, afirmou Alberto Pinto Coelho.

O secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Elmiro Nascimento, destacou a importância da empresa para o desenvolvimento da agricultura no Estado. “A Emater tem como tradição ser uma empresa exemplar, que vem projetando e alavancando a agricultura de Minas, um dos estados celeiros do Brasil”, disse.

Para o presidente da Emater-MG, Marcelo Lana, esse prêmio representa a qualidade do trabalho prestado pela Emater-MG e a dedicação de todos os funcionários.“Essa conquista demonstra o esforço do governo de Minas Gerais para fortalecer a assistência técnica e extensão rural, garantindo desenvolvimento e atendimento de qualidade para os agricultores familiares”, afirma Marcelo Lana. O presidente também ressalta que a premiação destaca a gestão moderna e eficiente da Emater-MG, que tem priorizado a capacitação e valorização de seus profissionais.

O Prêmio

As empresas participantes são avaliadas pela Serasa Experian, de acordo com dez critérios econômicos, como receita líquida e capital de giro. São premiadas as melhores empresas em 30 segmentos, além da campeã entre as campeãs, que nesta edição premiou a empresa Sococo, sediada em Maceió.

Durante a cerimônia, foi lançado o Anuário do Agronegócio 2012, que traz reportagens sobre as 30 vencedoras, além do ranking das 500 maiores empresas do setor e uma análise das perspectivas da economia em 2013.

A Emater-MG

Vinculada à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa), a Emater-MG tem 63 anos de atuação e é considerada referência nacional no setor de extensão rural. Está presente em 789 municípios (93% do Estado), prestando serviços de assistência técnica e extensão rural, por meio de diversos programas e projetos que priorizam o desenvolvimento rural sustentável.

Em 2011, a Emater-MG atendeu 396 mil agricultores familiares e a previsão de atendimento para 2012 é cerca de  420 mil produtores. O bom relacionamento entre os extensionistas da Empresa e os produtores tem sido fundamental para que a Emater-MG contribua para o desenvolvimento da agricultura familiar mineira. “Os extensionistas estabelecem com os agricultores uma relação dialógica, tendo como premissa, o respeito e valorização dos seus saberes, cultura e acúmulo de experiências. Isso gera uma relação de confiança e altamente positiva”,  diz Marcelo Lana.

A Emater–MG tem avançado junto com o governo de Minas Gerais alinhada às estratégias e planos transformadores para proporcionar mais qualidade de vida e de trabalho aos mineiros. Nos últimos anos, empreendeu iniciativas como o Choque de Gestão, Planejamento Estratégico e implantação do Sistema Integrado de Gestão. A Empresa construiu e adotou indicadores de desempenho e modernas ferramentas, como o Gerenciamento pelas Diretrizes (GPD), Gerenciamento Matricial de Despesas (GMD) e o Painel de Bordo. A assistência técnica e extensão rural sempre foi feita em parceria com os agricultores e a sociedade por meio de suas formas organizativas, em benefício de todos os mineiros, como uma Rede de Desenvolvimento Integrado.

Outro ponto a se destacar é o processo de investimento e modernização pelo qual passa a Emater-MG, visando a qualidade do serviço de assistência técnica e extensão rural. A Empresa tem investido na capacitação de seus funcionários e melhorado as condições de trabalho. Em 2012, o governo de Minas Gerais entregou à Emater-MG 236 veículos e mais 854 computadores. Os investimentos para a compra dos veículos e equipamentos de informática foram de R$ 6,6 milhões. A compra dos carros e equipamentos faz parte de uma parceria entre a Emater-MG e os governos estadual e federal.

“Com uma assistência técnica de qualidade, com os nossos técnicos capacitados, com boas condições de trabalho, contribuímos para que o produtor tenha condições de melhorar a produtividade de sua propriedade, agregar valor ao seu produto e comercializar com um bom retorno financeiro, atendendo as exigências do mercado”, afirma Marcelo Lana.

Dentre os programas de melhoramento desenvolvidos pela empresa destaca-se o Certifica Minas Café, cujo objetivo é estimular produtores a adotarem boas práticas de produção e uma gestão moderna da propriedade para agregar valor ao café mineiro. Até o fim deste ano, o Certifica Minas Café deve atingir a marca de 1.600 propriedades certificadas. O Estado tem 1.431 propriedades certificadas e 2.553 cadastradas.

Outro programa desenvolvido pela Emater-MG é o Minas Leite. Lançado em 2005, a iniciativa busca modernizar a cadeia produtiva do setor e agregar valor ao produto. Por meio de boas práticas repassadas pelos extensionistas, os produtores aprendem a maneira correta de produzir leite de qualidade e fazer uma gestão eficiente da propriedade. O Minas Leite irá atender 1.100 propriedades, abrangendo 338 municípios mineiros até o fim de 2012.

Fonte: Emater-MG

MG: Projeto Transformar beneficia jovens rurais em Itacarambi

Jovens visitam o parque Peruaçu, que será aberto ao público em 2014 – Divulgação/Emater-MG

Após concluirem recente curso do Projeto Transformar, na região, 14 jovens rurais da comunidade rural de Várzea Grande e dois de Caraíbas, no município de Itacarambi, Norte de Minas,  se preparam agora para serem capacitados em pomar doméstico. Desta vez com recursos do Minas Sem Fome (MSF), que prevê a distribuição de mudas frutíferas para o plantio em quintais.

A informação vem do escritório local da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG), por meio do extensionista agropecuário Mauro Cézar Asseruy. “Ainda não temos data, mas deverá ser na próxima semana”, afirma Cézar.

Segundo ele, os próprios jovens optaram pela fruticultura e a equipe técnica aproveitou para dar continuidade à preparação deste mesmo público-alvo do projeto. De acordo o extensionista da Emater-MG,  os jovens passaram por  capacitação do Transformar, numa agenda que incluiu palestras técnicas, exposição do programa e confecção de diagnóstico da realidade deles, no contexto das comunidades onde vivem. Pra quem não sabe a comunidade de Várzea Grande é tradicional na produção de farinha de mandioca, cachaça e rapadura. Já a comunidade de Caraíbas, ficou conhecida nacionalmente por um fato trágico, em dezembro de 2007, quando registrou a primeira e até agora única vítima de um terromoto no país.

Ao lado de outros jovens rurais dos municípios de Pedras de Maria da Cruz e São João das Missões, a turma de Itacarambi do Transformar teve aulas práticas com professores da escola agrotécnica de Januária, conhecida como INMFET. As aulas abordaram temas da agricultura orgânica, Integração Lavoura, Pecuária e Floresta, bovinocultura, suinocultura, avicultura de corte e de postura.

Turismo rural

Um dos destaques da capacitação destes jovens de Itacarambi aconteceu durante o encerramento do curso do Transformar, com uma visita técnica ao Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, na divisa dos municípios de Januária e Itacarambi. Na ocasião,  os jovens agricultores tiveram a oportunidade de conhecer mais de perto o trabalho da Emater-MG em favor da exploração sustentável dos recursos naturais. Também pela  primeira vez puderam conhecer de perto os sítios arqueológicos com pinturas e gravuras rupestres e as cavernas formadas pelas águas do Rio Peruaçu.

Muitos destes jovens, segundo o extensionista Mauro Cézar,  testemunharam na última década o impacto nocivo de práticas desordenadas da agricultura e pecuária no Rio Peruaçu, que teve diminuído o volume de água, secando em alguns trechos, em decorrência do desmatamento da mata ciliar e topo de morro. “A Emater-MG, por meio do Programa de Revitalização de Sub-bacias do Rio São Francisco, realizou no período de 2010 e 2011, a construção de terraços, bacias de captação de água de enxurradas, cercamento da mata ciliar e  topo de morro, além de proteção das nascentes”, relembra.

Ainda conforme o técnico local da Emater-MG de Itacarambi, com a visita ao parque, os jovens do Transformar puderam vislumbrar um futuro promissor, tendo em vista a implantação de um turismo ecológico rural, quando a área for aberta à visitação pública, a partir de 2014, “propiciando oportunidades alternativas de renda para a juventude local, seja como guias, hospedagens para os turistas ou programação de passeios para mostrar a produção da agroindústria da região”.

Transformar

O Projeto Transformar foi implantado no Estado em 2006 e desde então vem beneficiando muitos jovens do meio rural mineiro, filhos de agricultores. Até este mês de outubro, o projeto capacitou 875 rapazes e moças,  em um total de 25 cursos, nas 32 regionais da Emater-MG. Para este ano, a meta é fechar com a capacitação de 900 jovens rurais, segundo a gestora estadual do projeto, Maria Helena Silva. Ela explica que ao final da capacitação, o jovem está apto a construir um projeto, de acordo as próprias habilidades e a realidade em que vive, podendo se candidatar à linha de crédito Pronaf Jovem para montar o próprio negócio.

Fonte: Emater-MG

Subcomissão avalia avanços do Brasil na busca por alimentação saudável

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Garantir o acesso de todos os brasileiros a uma alimentação de qualidade a preços que todos possam pagar ainda é um desafio. Se, por um lado, avançou-se no combate à desnutrição; por outro, o País luta agora contra a obesidade.

Uma subcomissão especial em funcionamento na Câmara está empenhada em avaliar os avanços e os desafios dos programas brasileiros de segurança alimentar e nutricional. Mais do que garantir o acesso de todos à alimentação, os parlamentares esperam que o conceito seja cumprido à risca: todo cidadão tem o direito a refeições regulares, de qualidade, em quantidade suficiente e sem comprometer o acesso a outras necessidades, como a educação. Ou seja, os gastos com comida não podem comprometer toda a renda de uma família.

Longe de ser apenas um problema de saúde, marcado pela fome, pela obesidade ou por outras doenças, a insegurança alimentar se caracteriza por ser um desafio social, econômico, cultural e ambiental. As práticas alimentares de um povo devem respeitar sua diversidade cultural, sem que sejam impostos padrões ou cobrados preços abusivos por um simples prato de comida. A produção de alimentos também deve estar dentro de uma visão ecológica, que preze pela redução do uso de agrotóxicos e do desmatamento.

Na opinião do deputado Nazareno Fonteles (PT-PI), relator da subcomissão criada pela Comissão de Seguridade Social e Família e coordenador da Frente Parlamentar da Segurança Alimentar e Nutricional, o Brasil avançou nos últimos anos em relação à segurança alimentar, tanto na oferta de programas como na legislação. “O País conta hoje com a Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional (11.346/06), com o programa de agricultura familiar (Pronaf), com a merenda escolar e com restaurantes populares, entre outros. São políticas que deram proteção para o Brasil enfrentar as crises internacionais”, diz.

Direito

Em 2010, o acesso à alimentação foi incluído entre os direitos sociais previstos na Constituição. O fato de a inclusão ter ocorrido há apenas dois anos é considerado um “lapso” por Christiane Gasparini, conselheira do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea). “Comer”, reforça ela, é um direito, e o País vive agora o processo de afirmar essa nova visão pública, independentemente das condições do mercado.

“Até na nossa linguagem, quando dizemos que alguém não merece o prato que comeu, não temos internalizado essa visão de que alimentar-se não pode ser difícil. Tem que facilitar, porque comer é viver”, resume Gasparini.
Essa internalização, diz ainda a conselheira, passa pelos programas mencionados por Nazareno Fonteles. No caso da merenda escolar, por exemplo, uma lei (11.947/09) torna obrigatória a compra de pelo menos 30% dos alimentos diretamente de produtores familiares.

“Se fosse pela lógica do mercado, esses alimentos não chegariam às escolas públicas. Daí a necessidade de intervenção do Estado para garantir a segurança alimentar dos alunos e até o mercado para esse produtor”, explica Christiane Gasparini.

Pobreza

As leis, na visão de Nazareno Fonteles, ajudam a mudar a situação, mas não são tudo. Ele acrescenta que o Brasil ainda precisa segurar o cidadão no campo, mantendo sua dignidade, a fim de que o êxodo rural não engrosse os cinturões de pobreza nas grandes cidades.

A preocupação é compartilhada pelo presidente da subcomissão, deputado Padre João (PT-MG), para quem pobreza, principalmente a rural, e a insegurança alimentar são indissociáveis. “O pobre não tem acesso ao alimento e hoje a pobreza no Brasil é rural. É preciso trabalhar o acesso à terra”, defende.

Baixa qualidade

Por outro lado, o aumento da renda da população brasileira verificado nos últimos anos, lembra Nazareno Fonteles, levou a um consumo maior de comidas industrializadas, refrigerantes e carne vermelha. Assim, se o Brasil avançou no sentido de reduzir a desnutrição, tem de lidar agora também com a obesidade da população.

O problema, segundo Christiane Gasparini, não é de escolhas individuais, mas de políticas públicas mesmo. “Nós temos um sistema alimentar engordativo. A população pobre, na periferia das regiões metropolitanas, não conta com feiras. Ou seja, tem um acesso muito baixo a frutas e legumes. O alimento que está perto das pessoas e que é barato engorda e é de má qualidade.”

Para melhorar a qualidade dos alimentos consumidos, Nazareno Fonteles defende mais investimentos em educação nutricional. “A qualidade passa pelo sistema de educação. Apesar de existir um programa de alimentação escolar, o próprio MEC (Ministério da Educação) tem que avançar, para que todo o professorado incorpore essa visão de segurança alimentar e nutricional”, diz o parlamentar.

Meio ambiente

A segurança alimentar, dizem ainda os deputados, passa pela preservação do meio ambiente. O uso indiscriminado de agrotóxicos, alertam, prejudica a saúde da população e a natureza.

O acesso à água também deve ser levado em conta. “Nas regiões onde há estiagem, deve haver um planejamento do abastecimento, com a previsão de estoques a serem distribuídos entre os municípios”, afirma o relator. “É preciso entender a água como alimento”, completa Padre João.

Fonte: Agência Câmara

Dia Nacional do Campo Limpo 2012 destaca compromisso ambiental do setor agrobrasileiro

Divulgação/inpEV

O programa de logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas, referência em solução ambiental ecoeficiente, compartilha com a sociedade seus aprendizados e resultados.

Realizada há sete anos em todo o país, a comemoração do Dia Nacional do Campo Limpo mobiliza os envolvidos no programa de logística reversa de embalagens vazias de agrotóxicos: inpEV, instituto criado pela indústria fabricante de defensivos agrícolas, associações de distribuidores que gerenciam as unidades de recebimento, fabricantes e entidades do setor e diversos parceiros locais, em ações de conscientização e engajamento da comunidade sobre a preservação do meio ambiente.

Além do tradicional dia de portas abertas, quando as centrais recebem a comunidade para demonstrar as suas operações, e de ações como palestras ou apresentações teatrais com foco ambiental, na edição desse ano serão realizadas gincanas e oficinas sobre consumo consciente e destinação de resíduos sólidos, especialmente desenvolvidas para crianças e jovens. As escolas do entorno das centrais e dos municípios vizinhos estão sendo convidadas a organizar suas próprias atividades que concorrerão a prêmios pela criatividade, envolvimento dos alunos e da comunidade.

Segundo João Cesar M. Rando, diretor-presidente do inpEV, este é um momento de celebrar e mostrar para a sociedade o compromisso do setor produtivo agro com a produção de alimentos, fibras e energia de forma sustentável. Agricultor, distribuidor, fabricante e governo integrados e com orgulho do trabalho realizado.

Atualmente, 94% das embalagens plásticas são devolvidas pelos agricultores brasileiros nas mais de 400 unidades de recebimento existentes no país. O pioneirismo na criação, articulação, prática da logística reversa das embalagens de defensivos agrícolas e os elevados índices alcançados pelo sistema colocam o Brasil na posição de referência no assunto, ao destinar percentualmente mais embalagens plásticas do que os países que possuem sistemas semelhantes.

As principais atividades comemorativas acontecerão no próximo dia 17 de agosto, sexta-feira, um dia antes da data oficial, a fim de favorecer a participação de alunos da rede escolar nos 22 estados e nas mais de 100 centrais de recebimento envolvidas.

Sobre o Dia Nacional do Campo Limpo

O Dia Nacional do Campo Limpo foi instituído no calendário brasileiro em 18 de agosto, por meio da Lei Federal 11.657 de 16 de abril de 2008. Desde sua 1ª edição, mais de 600 mil pessoas participaram do Dia Nacional do Campo Limpo em todo o país. A celebração da data é realizada pelas centrais de recebimento de embalagens vazias, com apoio do inpEV e seus associados fabricantes de defensivos agrícolas e entidades representativas do setor (Abag, Aenda, Andav, Andef, Aprosoja, CNA, OCB e Sindag), organizações públicas (governo municipal e estadual) e privadas, além de outros apoiadores locais

Para mais informações sobre as atividades do Dia Nacional do Campo Limpo visite http://www.dianacionaldocampolimpo.org.br

Sobre o inpEV

O inpEV – Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias, é uma entidade sem fins lucrativos criada pela indústria fabricante de agrotóxicos para realizar a gestão pós-consumo das embalagens vazias de seus produtos de acordo com a Lei Federal nº 9.974/2000 e o Decreto Federal nº 4.074/2002. A legislação atribui a cada elo da cadeia (agricultores, fabricantes e canais de distribuição, com apoio do poder público) responsabilidades compartilhadas que possibilitam o funcionamento do Sistema Campo Limpo (logística reversa de embalagens vazias de agrotóxicos).

O instituto foi fundado em 14 de dezembro de 2001 e entrou em funcionamento em março de 2002. Atualmente, possui 92 empresas e dez entidades em seu quadro associativo.

Mais informações sobre o inpEV e o Sistema Campo Limpo estão disponíveis no site http://www.inpev.org.br

Fonte: inpEV

Em apenas 12 dias, agosto já tem mais do dobro de queimadas registradas no mesmo período de 2011

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O número de queimadas no país, nos 12 primeiros dias do mês de agosto, superou em 109% o registrado no mesmo período do ano passado. As imagens captadas pelo satélite utilizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) revelaram 13 mil focos de incêndio no período.

Em igual período de 2011, que apresentou condições atípicas nesta época do ano, com mais chuvas e temperaturas mais amenas, foram identificadas 6,2 mil ocorrências. Em 2010, ano caracterizado pela forte seca e baixa umidade, conforme apontam especialistas, foram mapeadas pouco mais de 15 mil ocorrências no início de agosto.

Apenas no Maranhão, foram identificadas 3,1 mil queimadas no início deste mês. Em Mato Grosso, no Pará, no Piauí, no Tocantins e em Mato Grosso do Sul, foram registrados mais de mil focos de incêndio, em cada estado, nos 12 primeiros dias de agosto.

Apesar de o Maranhão liderar o ranking por unidades federativas, duas cidades do estado aparecem na segunda e terceira posições na lista municipal, com volume muito menor de ocorrências em relação à Corumbá, em Mato Grosso do Sul. No início do mês, o município sul-mato-grossense já contabiliza, sozinho, mais de mil ocorrências, respondendo por 91% das queimadas no estado. Grajaú, no Maranhão, é a segunda cidade com mais focos de incêndio, com de 396 ocorrências, seguida por outro município maranhense, Mirador, com 286 queimadas nos 12 primeiros dias de agosto.

Do total de ocorrências em todo o país, que no acumulado do ano soma 43 mil, 84 queimadas foram identificadas em áreas protegidas. A maior parte dos casos, 42, ocorreu em terras indígenas. As unidades de conservação de Mato Grosso são as mais afetadas, com 22 registros de incêndio.

Fonte: Agência Brasil

Capacitação leva conhecimento sobre agricultura de precisão

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Estimativa dos organizadores é que participem cerca de 400 pessoas

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) promove seminário sobre Agricultura de Precisão, entre os dias 6 e 9 de agosto, em Boa Vista (RR), com objetivo de levar conhecimento das técnicas preconizadas pela Agricultura de Precisão às associações e cooperativas de agricultores da Região Norte.

Com o apoio da Superintendência Federal da Agricultura do Estado de Roraima, o evento, que pretende enfocar as lavouras de graníferas (grãos), de fruticultura e de oleicultura (verduras e legumes), contará com um público de 400 participantes. Já o público convidado será composto por líderes produtores, cooperativas, alunos das escolas agrícolas, professores e pesquisadores, técnicos da assistência técnica e da extensão rural.

Fabrício Juntolli, do Departamento de Propriedade Intelectual da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Cooperativismo do Mapa, explica que “nas regiões onde são aplicadas as técnicas da agricultura de precisão o incremento no desenvolvimento social do meio rural é notório”. Ele disse ainda que o “uso racional dos recursos naturais, com a otimização do lucro e a conservação ambiental, são pontos estratégicos para a sustentabilidade e a competitividade da agricultura brasileira no mercado mundial, aspectos imprescindíveis para o pequeno, médio ou grande agronegócio”.

“O forte interesse pela inovação tecnológica em Roraima vem confirmar que as ferramentas e tecnologias da Agricultura de Precisão, utilizadas predominantemente no Sul, podem muito bem serem utilizados e adaptadas ao Norte do Brasil, demonstrando que não existem fronteiras para a utilização da inovação tecnológica no Brasil”, afirma Juntolli.

A capacitação contará com o suporte técnico de parceiros como a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), a Drakkar Solos Consultoria, a Universidade Federal de Roraima (UFRR) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). “Uma reunião de especialistas com vasto conhecimento técnico e cientifico em agricultura de precisão”, conclui Juntolli.

Fonte: Mapa