Pequeno produtor pode aumentar renda com atividade leiteira

Emater-DF

Emater-DF realiza primeiro Dia de Campo do programa Brasília Leite Sustentável

O produtor rural Flávio Franklin Guimarães possuía alguns cavalos e vacas, mas trabalhava com serviços diversos. Morador do núcleo rural Barra Alta (região administrativa de Planaltina), ele e sua mulher, Elisabete Pereira de Souza, ingressaram no programa Brasília Leite Sustentável em novembro do ano passado. Desde então, ele passou a se dedicar inteiramente à atividade e viu sua produção aumentar. Tirando 50 litros de leite por dia atualmente, sua meta é chegar a 200 litros. O casal abriu sua propriedade para a realização do primeiro Dia de Campo do projeto, na manhã desta terça-feira. Mais de 70 produtores participaram do evento. Continuar lendo

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MG: dia de campo destaca produção de flores de corte

Copo de Leite - Foto: Samantha Mapa / Epamig

São João del-Rei/MG – A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) promove no próximo dia 27 de setembro, às 13 horas, em São João del-Rei, o dia de campo “Produção Sustentável de Flores de Corte”. O evento, destinado a produtores, profissionais do setor e estudantes, vai abordar as culturas de rosa, copo-de-leite, antúrio, estrelícia, girassol ornamental e flores tropicais.

Os participantes aprenderão em palestras e estações de campo técnicas para manejo sustentável do solo, cultivo de rosas em vaso, irrigação no cultivo de rosas, racionalização da adubação química e controle alternativo de pragas e doenças. As apresentações serão conduzidas por pesquisadores do Núcleo Tecnológico Epamig Floricultura.

“Nos últimos anos, o setor da floricultura tem buscado novas tecnologias que favoreçam o aumento da produtividade e qualidade tanto das flores de corte quanto das mudas envasadas, visando maior retorno financeiro, menor impacto ambiental e mais segurança para o trabalhador. Com este dia de campo pretendemos difundir informações que possam colaborar para o crescimento e o fortalecimento do setor em Minas Gerais”, afirma a pesquisadora Simone Novaes Reis, coordenadora do evento.

O dia de campo tem o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e da Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério de Ciência e Tecnologia (Finep). O evento acontece na Fazenda Experimental Risoleta Neves – Campus Ctan / Universidade Federal de São João del-Rei (Ufsj), avenida Visconde do Rio Preto, s/n, Vila São Paulo, São João del-Rei.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas no dia e local do evento. Outras informações podem ser obtidas pelos telefones (32) 3379-2649 e (32) 3373-3373 ou pelo e-mail fern@epamig.br.

Fonte: Epamig

Dia de campo na Embrapa Hortaliças apresenta nova cultivar de cebola

Divulgação/Embrapa Hortaliças

A Embrapa Hortaliças (Brasília-DF) vai colocar a disposição das companhias de sementes brasileiras uma nova cultivar de cebola. Trata-se da BRS Riva, uma variedade amarela do grupo ‘Baia’, recomendada para cultivo nas regiões Sudeste e Centro Oeste.

O novo material será apresentado durante um dia de campo no próximo de 13 de setembro, nos campos experimentais da Unidade, localizada na BR 060, Rodovia Brasília-Anápolis, Km 09. O evento, aberto ao público, começa às 9h e vai mostrar a cebola BRS Riva em cultivos nos sistemas convencional e orgânico. De acordo com o pesquisador Valter Oliveira, coordenador do programa de melhoramento de cebola da Unidade, a BRS Riva é uma novidade no mercado de sementes de cebola, atualmente dominado por híbridos desenvolvidos por empresas privadas.

Segundo ele, o material pode ser uma boa opção de cultivo, em especial para pequenos produtores, que não utilizam cultivares híbridas. “Atualmente, as empresas privadas têm investido em híbridos e os produtores que plantam variedades de polinização aberta contam somente com materiais antigos, de mais de dez anos”, afirma.

O pesquisador aposta na nova cultivar baseado em avaliações realizadas em áreas de produção. “Pelos testes realizados durante o desenvolvimento, o novo material tem se mostrado superior às variedades hoje encontradas no mercado, nas regiões Sudeste e Centro Oeste”, diz. A superioridade se traduz no potencial produtivo, que pode chegar a 60 toneladas por hectare, e na uniformidade e qualidade dos bulbos, cuja produção se concentra nas classes com maior valor comercial. Além disso, a BRS Riva possui tolerância alta à mancha púrpura, uma das principais doenças da cultura e boa conservação pós-colheita.

Agora, a BRS Riva passa para uma fase de lançamento, quando será oferecida, por meio de edital elaborado pela Embrapa Transferência de Tecnologia (Brasília-DF), a empresas privadas interessadas na produção e comercialização de sementes.

Fonte: Embrapa Hortaliças

MG: dia de campo apresenta benefícios do cultivo do morango orgânico para a agricultura familiar

Morango Oso Grande - Foto: Mariana Penaforte de Assis

Três Marias/MG – A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), em parceria com a Emater/MG, promove na próxima terça-feira (30), em Três Marias, o dia de campo “Produção de Morango Orgânico para a Agricultura Familiar”. O objetivo é apresentar os resultados do projeto “Produção de Morango Orgânico para Agricultores Familiares para Diversificação da Produção e como Nova Alternativa de Renda na Região Central de Minas Gerais”.

Durante o dia de campo, a presidente da Associação Comunitária do Bonfim – Asbon – (comunidade situada na Zona Rural de Três Marias), Ana Lúcia Fernandes Pereira, falará sobre a experiência dos produtores daquela região e o retorno social e financeiro do Projeto. O extensionista da Emater/MG Magno Gomes da Rocha abordará o cultivo do morangueiro e apresentará planilhas de custo e produção adaptadas para a região.

O pesquisador da EPAMIG Mário Sérgio Carvalho Dias ministrará a palestra “O Cultivo do Morangueiro” na qual apresentará tecnologias para plantio, colheita e pós-colheita do morango. O pesquisador falará sobre as variedades mais propícias para as condições de clima e solo da região. “Queremos conscientizar o produtor de que não é recomendado utilizar cultivares de morango que não foram testadas na região. Atualmente a EPAMIG desenvolve pesquisas com morango no Norte, Centro-Oeste e Sul de Minas e são recomendadas cultivares que atendem às especificidades de cada local. No caso de Três Marias,  implantamos a variedade ‘Oso Grande’, informa a chefe do Departamento de Transferência Tecnológica da EPAMIG, Juliana Simões.

O dia de campo “Produção de Morango Orgânico para a Agricultura Familiar” é destinado a produtores e extensionistas da região Centro-Oeste de Minas. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas previamente pelos telefones (31) 3773-1980 (EPAMIG Centro-Oeste) e (38) 3754-2781 (Regional Emater), até a data do evento.

Projeto apresenta saldo positivo

O projeto “Produção de Morango Orgânico para Agricultores Familiares para Diversificação da Produção e como Nova Alternativa de Renda na Região Central de Minas Gerais” é coordenado pela pesquisadora da EPAMIG Juliana Simões e financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Durante três anos, foram disponibilizadas orientações tecnológicas e técnicas para o cultivo de morango orgânico a agricultores familiares da Comunidade do Bonfim. “A proposta do projeto foi transferir tecnologia para uma região em que a cultura não era consolidada. Todo o processo – visita de pesquisadores, escolha das cultivares, assistência técnica – foi custeado pelo CNPq. Com este dia de campo, estamos encerrando o projeto e demonstrando resultados satisfatórios”, finaliza Juliana.

Fonte: Epamig

Dia de campo na tv apresenta feijão transgênico

Foto: Francisco Aragão

O tema principal do Dia de Campo na TV desta semana é o Feijão transgênico resistente ao vírus do mosaico dourado. O programa vai ao ar dia 26 de agosto pelo Canal Rural (Net/Sky) a partir das 9h30. E no domingo, 28, às 8h, pela NBR (TV do Governo Federal, captada por cabo ou por parabólica), com reprise na quarta-feira, às 9h10, e na sexta, às 16h.

A Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia e a Embrapa Arroz e Feijão desenvolveram variedades transgênicas de feijão resistentes ao vírus do mosaico dourado, considerado o pior inimigo dessa cultura no Brasil e na América do Sul. As variedades aguardam pela aprovação da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) e, se aprovadas, podem chegar ao mercado em 2014.

No Brasil, essa doença está presente em todas as regiões produtoras e, ao atingir a plantação ainda na fase inicial, pode causar perdas de até 100% na produção.

As variedades transgênicas de feijão, batizadas de Embrapa 5.1, garantem vantagens econômicas e ambientais, com a diminuição das perdas, garantia das colheitas e redução da aplicação de produtos químicos no ambiente. Além disso, carregam um predicado inédito: são as primeiras plantas transgênicas totalmente produzidas por instituições públicas de pesquisa no Brasil.

Para chegar às variedades geneticamente modificadas (GM), os pesquisadores da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia Francisco Aragão e da Embrapa Arroz e Feijão Josias Faria modificaram geneticamente a planta para que ela produzisse pequenos fragmentos de RNA responsáveis pela ativação de seu mecanismo de defesa contra o vírus mosaico dourado.

Desde 2006, os pesquisadores da Embrapa repetem pesquisas de campo com o feijão transgênico em Sete Lagoas (MG), Londrina (PR) e Santo Antônio de Goiás (GO), regiões de alta produção no país. Em todos os casos, os grãos foram infectados naturalmente pelo mosaico dourado. Os transgênicos, diz Aragão, não apresentaram sintomas da doença. Os convencionais tiveram de 80% a 90% das plantas afetadas.

Além de testar a eficiência das variedades transgênicas, essas análises avaliaram a biossegurança para comprovar a sua inocuidade ao ambiente e à saúde humana, em parceria com a Embrapa Agroindústria de Alimentos, Embrapa Agrobiologia e a Unesp.

No Brasil o feijão é uma cultura de extrema importância social, já que é produzido basicamente por pequenos produtores, com cerca de 80% da produção e da área cultivada em propriedades com menos de 100 hectares.

A produção mundial de feijão é superior a 12 milhões de toneladas. O Brasil ocupa o segundo lugar, mas sua produção ainda não é suficiente para suprir a demanda interna.

O Dia de Campo na TV sobre Feijão transgênico resistente ao vírus do mosaico dourado é uma produção da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília – DF) e Embrapa Informação Tecnológica (Brasília – DF), unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Como sintonizar o programa:

Canal Rural (Net / Sky/ Parabólica) – sexta-feira a partir das 9h30.

NBR (TV do Governo Federal, Saiba como acessar) – domingo às 8h, com reprise quarta-feira, às 9h10 e sexta-feira, às 16h.

Outras emissoras que transmitem o programa:

TV Educativa de São Carlos/SP (canal 48) – quinta-feira, às 18h.

TV Sete Lagoas /MG (canal 13) – quinta-feira, às 20h e sábado, às 11h.

TV Itararé Campina Grande/PB – sábado, às 8h.

TV Agromix, www.agromix.tv , diariamente.

Para aqueles que não puderem assistir ao programa, a Embrapa Informação Tecnológica comercializa cópias em DVD que podem ser adquiridas por telefone (61) 3448-4236 / 3340-9999 ou pela Livraria Embrapa – http://www.embrapa.br/liv . No site http://www.embrapa.br/diacampo  você acessa a grade completa da programação, além de reportagens dos programas.

Fonte: Embrapa Arroz e Feijão

Hortaliças não convencionais são tema de dia de campo

O pesquisador da Embrapa Hortaliças, Nuno Rodrigo Madeira, fala do sistema de produção das hortaliças. Foto: Divulgação / Emater-DF

A Embrapa Hortaliças em parceria com a Emater-DF realizou, nessa terça-feira (16), o Dia de Campo de Hortaliças Não Convencionais. O evento foi realizado no campo experimental da Embrapa, na Fazenda Tamanduá, e teve como foco apresentar aos agricultores familiares e aos extensionistas rurais uma proposta de trabalho de resgate dessas hortaliças que são de fácil adaptação no plantio e alto valor nutricional.

Também chamadas de hortaliças tradicionais, essas espécies já fizeram parte do cardápio do brasileiro em diversas regiões do país, mas perderam o espaço ao longo do tempo. Vinagreira, araruta, capuchinha, taioba, bardana, entre outras, foram apresentadas aos agricultores familiares como fontes complementares de vitaminas e sais minerais ou alimentos que podem substituir verduras e legumes mais consumidos, quando estes estiverem com preços altos.

Em geral, essas espécies são mais rústicas e nascem de forma espontânea ou são de fácil adaptação, o que reduz o custo de produção e permite que algumas culturas sejam perenes. Além da variedade e maior nutrição na alimentação da família, o resgate da tradição no consumo dessas hortaliças pode até render lucro, como mostra Ana Lúcia Pereira, agricultora de Minas Gerais que contou sua experiência no dia de campo.

Assistida pela Emater-MG, onde a proposta já é trabalhada e tem resultados positivos, Ana Lúcia passou a vender doces, geléias e bolos elaborados a partir de hortaliças não convencionais. “Hoje eu recebo várias encomendas e já não dou conta da demanda”, afirma a agricultora. A mudança na alimentação também atingiu a família da agricultora, que todos os dias consome algum prato com o que é cultivado em sua propriedade.

Início do projeto – No Distrito Federal a proposta é que os agricultores interessados em abraçar a produção de hortaliças tradicionais sejam multiplicadores das mudas dessas plantas. Começando em pequenas comunidades, o trabalho incluirá a catalogação de receitas que estimulem e divulguem o consumo dessas hortaliças.

Entre os agricultores que participaram do dia de campo a idéia foi bem aceita. Muitos relembraram a infância ou momentos em que consumiram algumas dessas hortaliças. A agricultora familiar da Samambaia, Yumi Matsumoto Neves, conta que já consome taioba, inhame e vinagreira plantados em sua propriedade. Ela faz uma conserva salgada de vinagreira, que usa para acompanhar o arroz. Agora Yumi pretende plantar cará.

Ao final do dia de campo, os participantes degustaram diversos pratos preparados por Ana Lúcia Pereira que usaram as hortaliças não convencionais. Interessados em participar do projeto podem entrar em contato com a Emater-DF ou com a Embrapa Hortaliças.

Fonte: Emater-DF

Emater-DF incentiva as boas práticas agrícolas

João Mitsuchi Takagi, agricultor referência em boas práticas agrícolas da região do Pipiripau. Foto: Divulgação / Emater-DF

Nesse sábado (13), uma propriedade modelo em BPA foi cenário de um Dia de Campo promovido pela Emater-DF e Embrapa Cerrados, na região do Pipiripau, em Planaltina-DF. Cerca de 90 produtores puderam conferir conceitos básicos das Boas Práticas Agrícolas e conhecer o projeto Produtor de Água da Bacia do Pipiripau, que prevê apoio técnico e financeiro para ações de recuperação preservação de nascentes e rios, além de remunerar o produtor pelos serviços ambientais prestados.

As BPA têm como propósito orientar os sistemas de produção para uma agricultura sustentável e ecologicamente segura, obter produtos inócuos e de maior qualidade, contribuir para a segurança alimentar por meio da geração de renda com o acesso a mercados e melhorar as condições de trabalho e de vida dos produtores e de suas famílias.

Referência em BPA – João Mitsuchi Takagi, agricultor referência em boas práticas agrícolas da região do Pipiripau, conhece bem as vantagens de seguir os princípios, as normas e as recomendações das BPA. “Aumenta a qualidade de vida da família, facilita o trabalho, ganho tempo, economizo dinheiro e garanto recursos naturais para as próximas gerações”, diz João.

Foram cinco propriedades avaliadas na região. João se destacou com 72,9% de conformidade nos aspectos exigidos. Entre os itens melhor avaliados estão: colheita e classificação dos produtos, aspectos agronômicos, conservação de máquinas, equipamentos e utensílios, práticas conservacionistas e aspectos ambientais. “Essa avaliação me ajudou muito a ver os aspectos que precisava melhorar e que eu não sabia que era preciso fazer, como anotar a data da lavagem da caixa d’água”, contou.

Com o exemplo de João, outros produtores se sentiram estimulados a melhorar. É o caso de Luiz Freire, do núcleo rural Chapadinha, do Lago Oeste. “Socializar esse tema é muito importante. Temos que pensar nas gerações futuras e nos outros, porque vivemos em comunidade. Tudo que eu fizer na minha propriedade vai afetar quem está ao redor. Queremos adotar essas práticas”, disse Luiz.

Programa de incentivo – No Distrito Federal, as Boas Práticas Agrícolas (BPA) são incentivadas e supervisionadas pela Emater-DF, pela Secretaria de Agricultura e por institutos de pesquisa, como a Embrapa.

No Dia de Campo, o Secretário de Agricultura, Lúcio Valadão, falou da possibilidade de implementar um programa de fomento às Boas Práticas Agrícolas. “É preciso que essa proposta se generalize na agricultura familiar do DF. Não só para garantir alimento seguro ao consumidor, mas para melhorar a vida do produtor”, afirmou Lúcio.

O presidente da Emater-DF, José Guilherme Leal, defendeu a idéia de colocar em prática o que foi repassado. “O evento conseguiu reunir todos os temas e desafios para que possamos avançar na questão do alimento seguro, do acesso à tecnologia, do respeito ao meio ambiente. Temos agora é que colocar em prática”, disse.

Fonte: Emater-DF

Dia de Campo tem como tema a produção sustentável, informa Emater-DF

Neste sábado (13), atividades relacionadas ao bom uso e conservação da água e às boas práticas agrícolas serão apresentadas no Dia de campo realizado no núcleo rural Pipiripau

Aliar uma boa produção com a preservação ambiental é possível. E as atividades estratégicas para que isso aconteça serão apresentadas, neste sábado (13), no Dia de Campo “Produzir com sustentabilidade: a água e as boas práticas agrícolas”.

O objetivo principal é demonstrar a importância da conservação dos recursos hídricos e das boas práticas agrícolas (BPA). O evento começa às 8h, na chácara 85, no núcleo rural Pipiripau, em Planaltina-DF.

Serão cinco estações onde será possível conhecer o projeto Produtor de Água da Bacia do Pipiripau, as boas práticas de produção e colheita, a preservação e recuperação de nascentes e áreas de preservação ambiental. Além disso, será apresentada uma propriedade que é referência em boas práticas agrícolas, bem como novos híbridos de pimentão e tomate.

BPA – As boas práticas agrícolas são um conjunto de princípios, normas e recomendações técnicas aplicadas para a produção, processamento e transporte de alimentos, orientadas essencialmente de forma a salvaguardar a saúde humana, proteger o meio ambiente e melhorar as condições de trabalho dos produtores.

A sustentabilidade de sistemas agrícolas, no contexto das boas práticas agrícolas, envolve atividades estratégicas como a conservação e recuperação de nascentes e matas de galeria/ciliares, o uso racional da água, o manejo e conservação do solo e a gestão de resíduos, como os agrotóxicos e outros orgânicos.

Prêmio – O agricultor referência em boas práticas agrícolas na região receberá um prêmio no final do evento.

O Dia de Campo é realizado pela Emater-DF, em parceria com a Embrapa.

Fonte: Emater-DF

AC: dia de campo da Embrapa apresenta bananas resistentes a doenças

Foto: Gilberto Costa

Para apresentar as tecnologias desenvolvidas para a cultura da banana, a Embrapa Acre (Rio Branco), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), realiza Dia de Campo em Brasileia, amanhã (21), e Epitaciolândia no dia 22 de junho, em parceria com associações de produtores, prefeituras municipais e Secretaria de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar (Seaprof).

Os eventos acontecem nos Pólos Agroflorestais das duas cidades, como ação do projeto “Transferência de tecnologias para consolidação dos pólos agroflorestais estaduais no território do Alto Acre e Capixaba, com foco na proposta de desenvolvimento sustentável para o Acre”.

Produtores familiares e técnicos da extensão rural vão conhecer as vantagens produtivas das variedades de banana Thap Maeo, Preciosa e Japira (tipo prata), resistentes à Sigatoka-negra, Sigatoka-amarela e Mal-do-panamá, recomendadas pela Embrapa para plantio no Acre. “Essas variedades são adaptadas às condições de clima e solo da região, proporcionam aumento na produtividade e longevidade aos bananais”, afirma o analista Gilberto Costa, líder do projeto e coordenador das atividades.

A banana é uma fruta produzida em todas as regiões brasileiras e está presente na mesa das diversas camadas sociais. Com uma área cultivada de 511 mil hectares e produtividade média de 19 toneladas/ha/ano, o Brasil é o quinto maior produtor de banana do mundo, com uma produção anual de 7,19 milhões de toneladas. De acordo com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), aproximadamente 84% da produção destinam-se ao consumo interno.

Na região Norte, segunda maior produtora do país, apesar das excelentes condições de clima e solo, a cultura enfrenta sérios problemas com a Sigatoka-negra, além da baixa utilização de práticas de manejo, fatores que interferem no desempenho dos plantios.

Entre os objetivos do projeto desenvolvido pela Embrapa Acre estão a implantação de bancos de materiais genéticos das cultivares de banana resistentes a doenças e a capacitação de produtores e extensionistas para apropriação de tecnologias e de conhecimentos técnicos para condução adequada dos plantios e fortalecimento da cultura. Além dos aspectos relacionados à produtividade e alternativas de controle de doenças, pesquisadores e técnicos da Unidade vão enfatizar a importância das técnicas de manejo em bananais e mostrar, na prática, a sua aplicação.

A bananeira, conforme explica o pesquisador Romeu de Carvalho, é uma planta muito sensível à competição por água e nutrientes. As práticas culturais, quando realizadas de forma adequada, e na época indicada, são fundamentais para garantir o bom desenvolvimento das plantas, a produtividade e a qualidade dos frutos. “É necessário realizar o controle de plantas daninhas até os seis meses de plantio, e procedimentos como desbaste, poda, adubação e calagem ao longo do ciclo de vida dos cultivos, conforme recomendações técnicas”, diz.

Segundo o pesquisador, a falta de conhecimentos técnicos e a ausência de informações sobre os benefícios dessas práticas, aliadas à questão cultural, são as principais causas da não adoção de práticas de manejo nos cultivos acrianos. “O produtor acredita que o conhecimento tradicional é suficiente para garantir boa produção”.

Fonte de renda para centenas de famílias de agricultores do Acre, a banana está entre as frutas com grande potencial de mercado. Bastante procurada, seja para o consumo in natura ou para uso na culinária, a fruta tem mercado garantido. Os aspectos econômicos da cultura também serão abordados durante o dia de campo. Segundo Costa, há uma grande demanda comercial para a banana tanto no mercado local como na região de fronteira, por parte de comerciantes bolivianos.

De acordo com o economista Claudenor Pinho de Sá, as variedades resistentes a doenças representam um salto qualitativo na bananicultura. Os resultados no campo mostram que seu cultivo é viável economicamente. “A produtividade média dos plantios é de 20 toneladas/ha/ano e a renda média familiar anual R$ 5.097, mais que o dobro se comparadas às cultivares do sistema convencional. Além disso, por serem livres de doenças proporcionam segurança à cultura e a garantia de que o esforço familiar não será desperdiçado”, explica o analista.

Para o pesquisador, a grande vantagem no cultivo da banana está na renda escalonada proporcionada pela cultura, ou seja, a partir do momento em que os plantios começam a produzir, o produtor tem renda mensal garantida. “Com outras culturas isto não acontece. Esse diferencial serve de incentivo para a permanência das famílias no negócio”, ressalta.

Fonte: Embrapa Acre

Dia de Campo na TV apresenta proposta para agregar renda a partir da avicultura

O tema principal do Dia de Campo na TV desta semana é Avicultura traz renda à pequena propriedade. O programa vai ao ar sexta-feira (06), pelo Canal Rural (Net/Sky) a partir das 9h30. E no domingo, 8, às 8h, pela NBR (TV do governo federal, captada por cabo ou por parabólica), com reprise na quarta-feira, às 9h10, e na sexta, às 16h.

A produção de carne de frango e ovos proposta pela Embrapa Suínos e Aves tem como um dos seus objetivos a diversificação de atividades na propriedade rural e, consequentemente, a agregação de renda ao produtor. “Existem espaços no mercado complementares ao modelo industrial”, garante o pesquisador Gilberto Schmidt. A proposta preserva a qualidade do frango moderno e oferece a possibilidade de produzir carne e ovos alternativos.

O sistema de produção alternativo de frangos de corte e galinhas de postura deve contribuir para a sustentabilidade da propriedade rural, nos aspectos ambientais, econômicos e sociais. A proposta do sistema de produção alternativa de carne e ovos é complementada pela utilização das linhagens coloniais de frangos de corte e galinhas de postura, desenvolvidas pela Embrapa Suínos e Aves.

O planejamento adequado da produção é importante para o produtor obter sucesso no negócio, pois não basta apenas saber o que se vai produzir. A Poedeira Colonial Embrapa 051 oferece produção superior às aves coloniais rústicas. Ela atinge, em condições adequadas de manejo e biosseguridade, produção média de 280 a 300 ovos no período de vida útil compreendido entre 20 e 80 semanas de idade.

O Frango de Corte Colonial Embrapa 041 apresenta características coloniais, preservando todas as vantagens do frango de corte comercial, como biosseguridade na origem, controle sanitário na produção e qualidade de carne. O Frango Embrapa 041 alcança idade de abate aos 84 dias, com peso vivo médio de 2,7 kg, em condições normais de criação.

O Dia de Campo na TV sobre Avicultura traz renda à pequena propriedade é uma produção da Embrapa Suínos e Aves (Concórdia, SC) e Embrapa Informação Tecnológica (Brasília, DF), unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Como sintonizar o programa:

Canal Rural (Net/Sky/Parabólica) – Sexta-feira a partir das 9h.

NBR (TV do governo federal, Saiba como acessar ) – Domingo, às 8h, com reprise quarta-feira, às 9h10, e sexta-feira, às 16h.

TV Educativa de São Carlos, SP (canal 48) – Quinta-feira, às 18h.

TV Sete Lagoas, MG (canal 13) – Quinta-feira, às 20h, e sábado, às 11h.

TV Itararé, Campina Grande, PB – Sábado, às 8h.

TV Agromix, http://www.agromix.tv , diariamente.

Para aqueles que não puderem assistir ao programa, a Embrapa Informação Tecnológica comercializa cópias em DVD que podem ser adquiridas pelos telefones (61) 3448-4236 / 3340-9999 ou pela Livraria Embrapa – http://www.embrapa.br/liv. No site http://www.embrapa.br/diacampo você acessa a grade completa da programação, além de reportagens dos programas.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves